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1° Capitulo

Aquela noite, parecia que era uma das mas frias  em Seattle, no meu computador estava marcando doze graus, mas para mim não era o frio que importava, ou até  mesmo  me incomodava.  A madrugada corria solta, já marcava três da manhã, e eu sabia que teria que trabalhar daqui três horas e meia. Mas mesmo assim não conseguia, toda vez que deitava no travesseiro, e até mesmo quando dormecia, aquele sonho invadia a minha alma, como se fosse um lobo com fome, lutando pela própria vida . Ah! aquele pesadelo, me perturbava durante ano após ano. Não conseguia me livrar dele.
Então resolvi descer as escadas no meio da noite e ir até à cozinha , preparar um chá, pra ver se aquela angústia sumiria de mim! Sentei na mesa que ficava perto da janela, esperando a aguá ferver, quando comecei a olhar pra fora, era uma escuridão imensa , somente poucas luzes acessas na rua. Percebia o vento que que estava forte, pelo balanços das folhas das árvores. Sentia algo que nunca sentirá antes, não sabia explicar, me desliguei por poucos minutos deve ser esse o motivo pelo qual eu levará o maior susto, com o apito da minha chaleira. Preparei o meu chá, e me caminhei para a sala de tv onde tinha a minha poltrona predileta. Fiquei parada ali por algumas horas. Quando me dei conta percebi que tinha adormecido ali mesmo, e praticamente já era quase seis da manhã, estava completamente atrasada, para o meu emprego, então subi correndo, para o meu quarto, tomei um banho super rápido, pra disfarçar que não tivera uma boa noite de sono. Menos de vinte minutos já estava pronta. Bom para uma mulher como eu não achava importante passar horas e horas na frente do espelho, para retocar ou fazer uma mera maquiagem. Me senti muito bem por sinal, com minha jaqueta e um camisa  branca,com uma  calça jeans escura, estava pronta para ir trabalhar. Também o meu serviço não exigia muita beleza e sim raciocínio e temperamento frio, peguei me óculos escuro, minha chaves e meu distintivo. O dia para uma mulher com vinte e seis anos, era comum para as outras, mas para mim, era o mais importante. Não era comum  aos olhos dos meus vizinhos e de algumas pessoas,  uma mulher  ser delegada!Poderia até ser em outro pais ou outra cidade  mas, não em Seattle! Mas eu não me considerava  apenas uma delegada,eu  era muito mais eu era uma detetive formada, e homicídios na capital...
No meio do caminho resolvi parar na cafeteria Coffe de Lucia para pegar um café bem forte, para começar o meu dia melhor ainda. Mas percebi que já era tarde demais eu nunca chegava perto das sete e meia no Departamento. Quando cheguei desliguei o motor e comecei a pegar as minhas coisas, quando de repente virá o detetive Michael batendo como um louco na janela do carro. Parecia que ele estava frustrado com alguma coisa. Abri a porta e perguntei-lhe o que ele tinha para não esperar eu entrar no departamento. Ele me olha com um olhar preocupado e ao mesmo tempo meio sem graça. Então perguntei-lhe:
__ O que aconteceu? É aquele senhor de novo dando trabalho na cela! Já falei para não lhe dar ouvidos.
Mas Michael me olhou com uma cara ainda mas preocupante.
__ Desculpe pelo meu alvoroço, Sra. mas quem dera que fosse aquele senhor! O problema é outro?  A sua irmã  nos telefonou, nos pedindo para ir a residencia dos  Forbes, quando chegamos lá encontramos a vitima morta, no seu quarto. Sua irmã foi a primeira a achar o corpo.
Minha cabeça naquele momento ficou confusa, o que Anabethe fazia numa cena de um crime.
....
Anabethe era a minha irmã mas nova, era o orgulho da mamãe, ela era linda tinha os seus vinte e quatro anos, e já estava com o casamento marcado, com o jornalista Jhon, do jornal da noite. Minha mãe neste sentido achava um absurdo minha irmã mas nova se casar primeiro que eu. Mas ela não entendia! Eu não tinha cabeça para romance! Amor? nunca fui boa nisso.
Michael então me perguntou o que poderia fazer, porque não sabia que atitude tomar, a familia  da jovem Forbes ainda não estava sabendo do que ocorrerá! Então nos caminhamos para dentro do departamento, quando de repente vir que todos me olhavam, para eles eu já tinha um plano perfeito bolado na minha cabeça. Mas não era bem assim. Minha cabeça estava fervendo, mas também não deixei que eles pensassem ao contrário!

3 comentários

  1. Esse primeiro capitulo está muito interessante. É uma historia que prende vc a querer saber mais dela. Ainda vou ler o resto mais queria dizer que vc tem talento. Adorei e espero que vc poste mais pois achei super interessante.

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    1. Agradeço. Pelo comentario. e espero que acompanhe os outros capitulos. Beijos

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