3° CAPITULO
"Parece que nunca saberemos o que realmente aconteceu"
....
Quando a vi, tudo o que eu conhecerá , aquela cena, o modo como ela se encontrava. Nunca tinha visto antes. Vi que meus policiais Lucy e Michael estão perplexos com o que virá, mesmo assim notei que Rick como gostava de ser chamado no necrotério, ainda não tinha mexido no corpo. Então não entendi o motivo de nossa presença. Lucy também percebeu que ela estava do mesmo jeito que tinha sido encontrada! Peguntei-lhe o motivo pelo qual ela ainda não tinha sido tocada. Foi quando ele me olhou e disse, que primeiro ele precisaria nos mostrar como ela tinha sido encontrada. O meu batimento batia como, nunca tinha batido antes.
Aquilo que virá era horrível como uma pessoa poderia fazer isso com ele mesmo, o estado que ela se encontrará era deplorável . Então Rick começou a fazer o seu trabalho, deitada sobre a mesa, desnuda ele pegou suas ferramentas de trabalho.... Virá que já estava se passando três horas ali dentro, e aquele cheiro de formol já estava me incomodando muito, então fiz sinal para Lucy que estaria lá fora, e se algo aparecesse, pedi para que me avisará.
Fui para o lado de fora e encostei no carro, a minha cabeça estava pegando fogo, naquele momento.... Era tantas perguntas para serem respondidas. Primeiro como minha irmã conhece a vitima, para mim ela não conhecia ninguém, segundo percebi a agitação do meu policial Michael ele conhecia a vitima muito bem. Perceberá que ele estava sofrendo. Só não entendera o motivo! Esta calculando tento varios esboços em minha cabeça, quando vi que alguém me chamara... Era Lucy.
_____ Desculpe! Mas acho melhor a senhora entrar Rick tem algumas respostas sobre o crime.
Percebi que Lucy tinha se referido á crime. Então não era suicidio... era Homicio. Entrei para ver o que tinha contecido, Rick já tinha limpado tudo, ela estava com um pano em cima branco. Então perguntei o que ele tinha, se nas bases dos testes poderia me informar que horas teria sido o susposto suicidio. Rick me olhou e deu sua risadinha insana, na qual já não me agradava tanto., o seu ego parecia tudo o que tinha. Richard parecia ser um homem de uns trinta anos, alto moreno, mas o que ele tinha se sensualidade ele tinha de burrice também. Mas esse não era o momento de me preocupar em fazer uma descrição de nosso legista. Rick se caminhou até sua mesa e estav com os relatorios na mão. Então se apromixou perto do corpo.
______ Bom, senhores, acho que temos grandes marcas de escoriações na pele com que indica uma possível luta, atras da cebeça tem um pequeno corte, como se fosse feito não para matar, mas sim para que a pessoa sentisse muita dor, mas essa não é a causa da morte especifica, mas posso dizer que isso não foi um suicidio, ela foi brutalmente assassinada entre duas as quatro da madrugada, essas marcas em seus punhos relata que foi presa para que sofresse, essas marcações foram feitas com um material ponte agudo, podendo ser uma faca, mas vejam que os cortes não são profundos, então diria que o assassino usava uma agulha, e sabia manusea-la muito bem. Logo mais abaixo vocês veem os cortes um pouco mas profundo, o que diria, que ela mesma quem causou, mas não por vontade propria.... É isso!
Espera um pouco Rick, você está querendo me dizer, que não tem uma causa da morte, como foi que ela morreu. Não foi encontrada nenhuma substância em seu organismo? Como isso é possível? .... Rick me olha como se não gostasse muito do meu tom de voz, e até mesmo por achar que não acreditava nele.
...
Entendo senhora! Alias qual é mesmo o seu nome? Primeiramente eu faço isso há mas de de quinze anos, e nunca errei a causa da morte, ou até mesmo o que levara a cometer o ato quando se tem um. Agora a senhorita me pergunta se eu tenho certeza, daquilo que falei? Não preciso mentir, sobre o caso. Mas sim ela foi assassinada, mas não com veneno, ou por causa dos cortes , a causa da morte dela, foi de "medo, dor" mas já posso falar que ela não teve uma parada cardiaca ou algo similar, então já mandei um teste do seu sangue, pra analísarem, no departamento de homicios de Nova York. Eles tem muito mais recursos em descobrir se ela foi morta por alguma erva, que neste caso ela somente precisa colocar um pouco em sua boca, dai ninguém descobre se ela foi envenenada. Como eu disse primeiramente que ela não tinha sido. Mas é uma dúvida no qual eu preciso ter certeza! Agora aqui está o relatório acho que vocês tem serviço a fazer. E quando eu receber o resultado eu aviso vocês...
Sentido Roubados
Uma história de assassinato que irá abalar a população, onde a Detetive Alessandra Drosh terá que usar o seu instito e resolver o caso... Uma historia que te prenderá do começo ao fim.
2° Capitulo
Naquele momento Lucy se encaminhava em minha direção, com varias papeladas na mão. Pude perceber que todos ali mesmo com os seus eventuais casos, todos estavam esperando a minha resposta! Então fiz o que sabia fazer de melhor, passei para a minha sala como se fosse uma pessoa sem coração, completamente fria, em relação ao caso que estava em minhas mãos! Abri a porta e lá estava ela, minha querida mesa, onde eu somente eu entendia tudo o que ela tinha para me falar. Foi quando perguntei para Lucy se já tinha alguma resposta do caso, ainda não sabíamos o que levara a jovem moça a cometer um suicídio. Lucy me olha e me diz que ainda não tem respostas sobre o corpo, o medico legista, ainda não tinha telefonado.
Então pedi para que Lucy entrasse em contato com os familiares da jovem para que eu o faça o comunicado. Acho que ir até a casa da familia não ajudaria no momento! Os telefones do departamento não parava de tocar nenhum momento. Até que comecei ver alguns casos, que estava sob a mesa quando Michael entrou na minha sala com tudo. Ele sabia que odiara quem entrasse na minha sala sem ser apresentado, mas sabia que aquilo era algo importante!
Michael ao entrar na minha sala, viu que olhava para a cara dele, e com um tom meio sem graça, ele pedira desculpa pelo o ato que tinha acabado de ocorrer .
_____ Desculpe Alessandra sempre soube que tinhas que bater na porta, mas é algo serio, o legista do IML acabou de nos telefonar, pediu a sua presença no departamento legístico. é algo que ele precisa te mostrar em relação ao corpo!
Não demorei muito para levantar, pedi para que Michael chamasse Lucy para nos acompanhar. Mas nem precisou ela bateu na porta, e entrou.
____ Aconteceu algo? com uma impressão que somente ela sabia fazer.
Perguntei-lhe se ela conseguira falar com a familia da jovem, mas ela simplesmente balançou a cabeça negativamente. Então pedi para que ela me acompanhasse no IML junto com o detetive Michael. Ela estranhou o meu pedido. pois nunca o legista tinha pedido ao delegado a presença no IML.
Antes de sair da delegacia, o telefone imediatamente toca, adivinha quem estava, me ligando? Minha querida irmã Anabhete .Ela estava completamente estranha ao telefone. Pedirá para me encontrar o mais rápido possível. Ela precisava falar comigo, sobre o que acontecera! Ao telefone me suou que fui meia grossa:
"desculpe Anabhete, mas terá tempo de me contar a respeito, mas não pode ser em minha casa, ou até mesmo em um restaurante qualquer. Você será chamada aqui no Departamento, pois você é a testemunha" Neste exato momento virá que ela ficou com raiva, e tinha desligado o telefone. O que poderia fazer? Neste momento eu sou a autoridade não sou da familia. Por isso eu disse, que essa profissão te leva a ter um temperamento frio. Se não você não aguenta a pressão!
Agora podiamos sair! No meio do caminho , Michael e Lucy estava discutindo sobre alguma coisa que naquele momento eu não tinha prestado atenção. Ao chegarmos ao IML, estacionamos o carro, e descemos. Havia um homem do lado de fora. Acho que era o responsável pelo local!Caminhamos ao seu encontro. Seu nome era Richard.
____Bom dia! - Me chamo Alessandra Drosh sou a delegada do Departamento do Seatle e esses são Michael e Lucy são detetives do departamento. O que ocorreu para ter a minha presença aqui?
Richard mesmo assim , me virou as costas e abriu a porta do Instituto para entrarmos. Assim que entramos ele, meio que com um sorriso irônico virou para mim, me fazendo uma pergunta?
_____ Será que a delegada, esta disposta a ver o que vai ver?
Não me abalei neste caso, e respondi que sem duvida!
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Ally
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1° Capitulo
Aquela noite, parecia que era uma das mas frias em Seattle, no meu computador estava marcando doze graus, mas para mim não era o frio que importava, ou até mesmo me incomodava. A madrugada corria solta, já marcava três da manhã, e eu sabia que teria que trabalhar daqui três horas e meia. Mas mesmo assim não conseguia, toda vez que deitava no travesseiro, e até mesmo quando dormecia, aquele sonho invadia a minha alma, como se fosse um lobo com fome, lutando pela própria vida . Ah! aquele pesadelo, me perturbava durante ano após ano. Não conseguia me livrar dele.
Então resolvi descer as escadas no meio da noite e ir até à cozinha , preparar um chá, pra ver se aquela angústia sumiria de mim! Sentei na mesa que ficava perto da janela, esperando a aguá ferver, quando comecei a olhar pra fora, era uma escuridão imensa , somente poucas luzes acessas na rua. Percebia o vento que que estava forte, pelo balanços das folhas das árvores. Sentia algo que nunca sentirá antes, não sabia explicar, me desliguei por poucos minutos deve ser esse o motivo pelo qual eu levará o maior susto, com o apito da minha chaleira. Preparei o meu chá, e me caminhei para a sala de tv onde tinha a minha poltrona predileta. Fiquei parada ali por algumas horas. Quando me dei conta percebi que tinha adormecido ali mesmo, e praticamente já era quase seis da manhã, estava completamente atrasada, para o meu emprego, então subi correndo, para o meu quarto, tomei um banho super rápido, pra disfarçar que não tivera uma boa noite de sono. Menos de vinte minutos já estava pronta. Bom para uma mulher como eu não achava importante passar horas e horas na frente do espelho, para retocar ou fazer uma mera maquiagem. Me senti muito bem por sinal, com minha jaqueta e um camisa branca,com uma calça jeans escura, estava pronta para ir trabalhar. Também o meu serviço não exigia muita beleza e sim raciocínio e temperamento frio, peguei me óculos escuro, minha chaves e meu distintivo. O dia para uma mulher com vinte e seis anos, era comum para as outras, mas para mim, era o mais importante. Não era comum aos olhos dos meus vizinhos e de algumas pessoas, uma mulher ser delegada!Poderia até ser em outro pais ou outra cidade mas, não em Seattle! Mas eu não me considerava apenas uma delegada,eu era muito mais eu era uma detetive formada, e homicídios na capital...
No meio do caminho resolvi parar na cafeteria Coffe de Lucia para pegar um café bem forte, para começar o meu dia melhor ainda. Mas percebi que já era tarde demais eu nunca chegava perto das sete e meia no Departamento. Quando cheguei desliguei o motor e comecei a pegar as minhas coisas, quando de repente virá o detetive Michael batendo como um louco na janela do carro. Parecia que ele estava frustrado com alguma coisa. Abri a porta e perguntei-lhe o que ele tinha para não esperar eu entrar no departamento. Ele me olha com um olhar preocupado e ao mesmo tempo meio sem graça. Então perguntei-lhe:
__ O que aconteceu? É aquele senhor de novo dando trabalho na cela! Já falei para não lhe dar ouvidos.
Mas Michael me olhou com uma cara ainda mas preocupante.
__ Desculpe pelo meu alvoroço, Sra. mas quem dera que fosse aquele senhor! O problema é outro? A sua irmã nos telefonou, nos pedindo para ir a residencia dos Forbes, quando chegamos lá encontramos a vitima morta, no seu quarto. Sua irmã foi a primeira a achar o corpo.
Minha cabeça naquele momento ficou confusa, o que Anabethe fazia numa cena de um crime.
....
Anabethe era a minha irmã mas nova, era o orgulho da mamãe, ela era linda tinha os seus vinte e quatro anos, e já estava com o casamento marcado, com o jornalista Jhon, do jornal da noite. Minha mãe neste sentido achava um absurdo minha irmã mas nova se casar primeiro que eu. Mas ela não entendia! Eu não tinha cabeça para romance! Amor? nunca fui boa nisso.
Michael então me perguntou o que poderia fazer, porque não sabia que atitude tomar, a familia da jovem Forbes ainda não estava sabendo do que ocorrerá! Então nos caminhamos para dentro do departamento, quando de repente vir que todos me olhavam, para eles eu já tinha um plano perfeito bolado na minha cabeça. Mas não era bem assim. Minha cabeça estava fervendo, mas também não deixei que eles pensassem ao contrário!
Então resolvi descer as escadas no meio da noite e ir até à cozinha , preparar um chá, pra ver se aquela angústia sumiria de mim! Sentei na mesa que ficava perto da janela, esperando a aguá ferver, quando comecei a olhar pra fora, era uma escuridão imensa , somente poucas luzes acessas na rua. Percebia o vento que que estava forte, pelo balanços das folhas das árvores. Sentia algo que nunca sentirá antes, não sabia explicar, me desliguei por poucos minutos deve ser esse o motivo pelo qual eu levará o maior susto, com o apito da minha chaleira. Preparei o meu chá, e me caminhei para a sala de tv onde tinha a minha poltrona predileta. Fiquei parada ali por algumas horas. Quando me dei conta percebi que tinha adormecido ali mesmo, e praticamente já era quase seis da manhã, estava completamente atrasada, para o meu emprego, então subi correndo, para o meu quarto, tomei um banho super rápido, pra disfarçar que não tivera uma boa noite de sono. Menos de vinte minutos já estava pronta. Bom para uma mulher como eu não achava importante passar horas e horas na frente do espelho, para retocar ou fazer uma mera maquiagem. Me senti muito bem por sinal, com minha jaqueta e um camisa branca,com uma calça jeans escura, estava pronta para ir trabalhar. Também o meu serviço não exigia muita beleza e sim raciocínio e temperamento frio, peguei me óculos escuro, minha chaves e meu distintivo. O dia para uma mulher com vinte e seis anos, era comum para as outras, mas para mim, era o mais importante. Não era comum aos olhos dos meus vizinhos e de algumas pessoas, uma mulher ser delegada!Poderia até ser em outro pais ou outra cidade mas, não em Seattle! Mas eu não me considerava apenas uma delegada,eu era muito mais eu era uma detetive formada, e homicídios na capital...
No meio do caminho resolvi parar na cafeteria Coffe de Lucia para pegar um café bem forte, para começar o meu dia melhor ainda. Mas percebi que já era tarde demais eu nunca chegava perto das sete e meia no Departamento. Quando cheguei desliguei o motor e comecei a pegar as minhas coisas, quando de repente virá o detetive Michael batendo como um louco na janela do carro. Parecia que ele estava frustrado com alguma coisa. Abri a porta e perguntei-lhe o que ele tinha para não esperar eu entrar no departamento. Ele me olha com um olhar preocupado e ao mesmo tempo meio sem graça. Então perguntei-lhe:
__ O que aconteceu? É aquele senhor de novo dando trabalho na cela! Já falei para não lhe dar ouvidos.
Mas Michael me olhou com uma cara ainda mas preocupante.
__ Desculpe pelo meu alvoroço, Sra. mas quem dera que fosse aquele senhor! O problema é outro? A sua irmã nos telefonou, nos pedindo para ir a residencia dos Forbes, quando chegamos lá encontramos a vitima morta, no seu quarto. Sua irmã foi a primeira a achar o corpo.
Minha cabeça naquele momento ficou confusa, o que Anabethe fazia numa cena de um crime.
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Anabethe era a minha irmã mas nova, era o orgulho da mamãe, ela era linda tinha os seus vinte e quatro anos, e já estava com o casamento marcado, com o jornalista Jhon, do jornal da noite. Minha mãe neste sentido achava um absurdo minha irmã mas nova se casar primeiro que eu. Mas ela não entendia! Eu não tinha cabeça para romance! Amor? nunca fui boa nisso.
Michael então me perguntou o que poderia fazer, porque não sabia que atitude tomar, a familia da jovem Forbes ainda não estava sabendo do que ocorrerá! Então nos caminhamos para dentro do departamento, quando de repente vir que todos me olhavam, para eles eu já tinha um plano perfeito bolado na minha cabeça. Mas não era bem assim. Minha cabeça estava fervendo, mas também não deixei que eles pensassem ao contrário!
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Ally
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